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sábado, 28 de fevereiro de 2026

 Eu odeio mentiras.

Eu odeio que façam em me sentir louça, como se eu fosse a maluca.

Eu odeio imaturidade em gente velha.

Criança, adolescente já é inaceitável a mentira, mas aceitável a imaturidade. Agora em nego velho.. imaturo e mentiroso.

Não.

E eu sou a surtada, a maluca.

Eu sei que não sou.

Mas, bem feito.. fala o que quer, ouve o que não quer. Faz dias que minha paciência estava a ser testada.

Quando eu pergunto algo, uma certeza eu já tenho, não fui eu. Por que eu estaria perguntando algo que eu mesma teria feito? Não sou louca, apesar de quererem que eu pense que eu sou.

Eu sei machucar e magoar tbm quando eu quero, eu sei pegar na ferida também, não gosto, por que é um jogo baixo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Meus princípios morais fazem eu me sentir culpada por não fazer o certo. É sempre assim, faço algo errado e me culpo muito. Não sei mentir, e se eu consegui bem provável que a pessoa não me conhece nada e depois eu sinto culpa.

Sai assim da avaliação médica para a r3nov4ção da minha c4rt3ir4. Eu teria tanta coisa pra dizer aqui, mas como escrever sem cair nas buscas dos sites de pesquisas? 

Eu omiti meu problema de visão e sempre fiz isso, se em todos esses anos eles não descobriram que eu sou cega como uma toupeira e que uso de lente de contato, não sou eu que vou alertar, até por que sem lentes ou óculos eu tenho consciência que eu não consigo dirigir.

Sai da avaliação com esse peso, como eu sempre saio, de ser errada, que eu deveria falar. Eu tenho gatilhos sobre, por que desde o momento que passei a usar óculos, a frase de meu irmão ecoava na minha cabeça "você nunca vai poder dirigir, por que não irá passar no exame de visão". Então desde o primeiro eu omiti a informação e eles não descobriram a verdade.

Pra justificar meu erro, e isso não existe, tentar abafar um erro com os erros dos outros, mas me trouxe paz, que se eu fui errada, eles também são.

Já começou tudo errado, quando chego na recepção e o moço está com uma maço de folhas assinado e carimbado pelo médico, ele preenche minha folha, não me pergunta nada e eu assino.

Enquanto eu aguardo eu leio a filha e ele colocou tudo SIM, e se não fosse?! Será que eu iria questionar ou iria deixar assim?

Na sala, o médico nao havia nenhum crachá.. quem me garante que o médico do carimbo é o mesmo que está na minha frente? Eu que ia questionar, só queria ir embora, estava com fome, sem almoço e com vontade de ir no banheiro, com calor e estava bem longe de casa.

Ele deu meia dúzia de sorrisos, foi simpático, educado, perguntou minha idade, se eu tinha algum problema de visão, eu disse não e ele fez um teste rápido (confirmou que não sou cega), perguntou minha profissão, menos de cinco minutos e se despede dizendo que me vê daqui dez anos.

E eu ainda me senti culpada?!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Eu odeio essa sensação de "quase adoecer". 

Eu sei que não estou no meu normal, que algo está desregulado, mas também ainda não tenho outros sintomas, hoje dei uns espirros, acordei com uma leve dor de cabeça e minha garganta não está no normal, muita sede, muito sono, o corpo dói pra tudo, cansada, mas ainda sim não estou mal.

Essas sensações me deixam "mole".

Todos os dias quando chego no trabalho me vem aquele sentimento "eu não queria estar aqui". 

Porém eu tbm não me vejo sem trabalhar.

Só quero que seja lá o que for que está incubado saia do meu corpo, pra vida voltar ao "meu normal" (sem sono... Não gosto de sentir esse sono todo, sinceramente prefiro a minha versão que dorme pouco e fica satisfeita).